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Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Britânico é louco por lista.

E o jornal The Times, sabiamente, usa isso para vender exemplares.

Toda semana, há uma nova lista no Times. A abrangência de assuntos é de uma dimensão assombrosa! Desde os 50 melhores jogadores do Tottenham Hotspurs até os livros imperdíveis do século XX. Note-se: essas listas sempre estão entre as notícias mais lidas do site.

Dei muita risada quando topei com a seguinte: “101 usos para uma mulher”. O humor inglês, realmente, é impagável.

Traduzi algumas das utilidades mais divertidas. Se o leitor quiser ver a lista completa, ela está no site do Times.

101 usos para uma mulher

*5 Empregar, através de seus hábitos de consumo, dezenas de milhares de crianças de países subdesenvolvidos.

*10 Lembrar do aniversário de amigos, familiares e do há-muito-tempo-esquecido afilhado.

*11 Ter um método único de navegação (“não, a outra esquerda”).

*16 Ser paranóica com a gasolina (você sabe que o carro ainda agüenta 50 quilômetros depois que a luz de aviso acende, mas machuca encher o tanque agora?).

*22 Manchar seu colarinho com marca de batom.

*28 Impedir que Hugh Grant e Colin Firth fiquem desempregados.

*42 Levar uma conversa de 50 minutos no telefone quando uma de cinco seria suficiente.

*65 Quebrar um biscoite em dois antes de comer.

*73 Provar que o uso da lógica, ao contrário do que dizem todos os filósofos, não é um pré-requisito necessário para ganhar uma discussão.

*79 Organizar cuidadosamente documentos importantes na lata de lixo.

*81 Ser tão obcecada com a sua ex-namorada a ponto de te fazer parecer um conquistador.

*82 Te amar o suficiente para mentir com quanto caras ela já foi para a cama.

*86 Compartilhar seus segredos mais íntimos com as amigas.

*89 Cobrir a cama com travesseiros suficientes para matar um asilo inteiro.

*100 Te dar uma ótima razão para chegar atrasado ao trabalho.

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Adoro últimas páginas de revista.

E pouquíssimas são melhores do que as da FHM.

Aos que não conhecem a FHM, darei um breve resumo na sua história. Foi uma das primeiras lad’s mag (“revista do camarada”, num português livre) do mundo. Nasceu, é claro, no Reino Unido, berço também da Maxim e da Loaded. Só os ingleses, com seu humor fino, poderiam tê-las criado. Um bom exemplo de lad’s mag no Brasil é a Vip.

Sempre leio a FHM de trás para frente. Aliás, faço isso com todas as revistas. E, se a última página for ruim, mando a revista inteira para o lixo. No jornalismo, falta de criatividade é um pecado imperdoável. A vida é boa e o tempo é curto. Para cada matéria ruim que lemos, deixo de ler uma boa.

A sessão final da FHM se chama “Contagem Regressiva”. Toda edição, ela traz “14 coisas que…” Aí, entra a criatividade do editor. Entre as que li, estavam “…são misteriosamente assustadores” e “…boas apenas no contexto”.

Encontrei um velho exemplar da FHM no meu armário. Decidi traduzir a “Contagem Regressiva” e compartilha-la com os leitores. Espero que gostem.

14 coisas que você secretamente tem pavor

14) Virar uma cerveja em público. Há uma expectativa social que você, como homem, tenha a habilidade de fazer esse tipo de coisa. Mas a humilhação inevitável vem quando você tosse, logo depois do primeiro gole, e a cerveja jorra pela sua boca e nariz. Em cima da mãe da noiva.

13) Bater papo com o encanador. Em teoria, ele é apenas um homem. E você pode papear com um homem. Na prática – as ferramentas, os grunhidos, o peito e os braços peludos, a recusa disfarçada de não comprar um cinto –, a masculinidade dele ultrapassa a sua numa dimensão tão grande que a história vai se lembrar do empurrão-no-furgão dele como o equivalente do século XXI aos Vikings remando na terra. “Então fica acertado $1000, minha namorada e tudo o que você conseguir levar no bolso?”

12) Seu avião pousando. “Nós estaremos no Tietê em alguns minutos”. Ah, sem problema. Espera aí, o quê?

11) Jogar pôquer apostando dinheiro e não fósforos. Dez minutos dentro, seiscentos reais para baixo. Será que agora é uma boa hora para admitir que você presumiu que “deixar as coisas mais interessantes” envolvia pedir uma Pizza Hut enquanto a Aninha tirava a blusa?

10) Degustar vinho num restaurante fino. “Hmmmm, sim. Menos óbvio que a maioria dos cabernets sauvignons, esse é mais encorpado. Como assim eu estou bebendo a lavanda?”

9) Estar em qualquer lugar perto de pombos. Os pombos são só uma parte da paisagem urbana, como os prédios altos e os mendigos, disse mamãe. Tá bom, ok. Há dezenas de milhões de ratos voadores no Brasil, cada um esperando pacientemente para defecar na sua cabeça. E você já chutou algum? Nem tente. Eles não ligam e não dói, porque todos têm endoesqueleto de metal. Como o Exterminador do Futuro. Pense nisso.

8 ) Ser voluntariado para o karaokê. Você bebe. Você dá risada. Você tenta esquecer aquilo. Mas você sabe que é inevitável. Sim, lá está – seu nome. Recuse e você será o desmancha-prazeres do ano. Então, você se arrasta até o palco e puxa País Tropical com o o ritmo de um índio boliviano.

7) O trivial exercício natalino. O peru é uma chacota; é hora da família da sua namorada descobrir quão grosso é o homem maculando a sua filha. Se aventure no esporte e talvez você tropece na canela da cunhada. Se enrole numa história e você já pode se enrolar do tapete persa do pai dela. Depois de 20 minutos, até o sobrinho está rindo da sua cara. Por que raios a gente não pode apenas assistir Entrando Numa Fria?

6) Qualquer animal maior que um cachorro. “Por que não? Ele está ali parado, comendo grama, com um olhar super dócil. Vai lá afagar o bichano”, diz sua namorada. Mas ela não sabe o que você sabe. Um movimento em falso e aquele jumento pode acabar com você – e ele sabe disso também.

5) Seu aniversário. “Caros colegas, obrigado pelo cartão. Eu convidaria vocês para um drink, mas tenho 29 anos e meu pai me mandou uma camiseta do Sr. Fantástico (tenho relativa certeza de que foi sarcástico), então estou indo para casa me enforcar.”

4) Ser ameaçado por pessoas mais novas. Peça desculpas aos policiais por tê-los feito perder tempo. Mas, honestamente, ela era uma garota de seis anos muito alta. E como você poderia saber que “Perdi minha mamãe!” não era alguma espécie de gíria de gangue?

3) Conversar com seu sobrinho no Orkut. blz, mlk??? add eu, precisamo tc!! vamo no timaum no fds, ctz neh??? detona o verdaum ;p! kkkkk! flw

2) Mandar o computador para arrumar. Quão longe eles podem ir? Você foi cuidadoso, deletou os históricos e até mesmo os cookies. Ainda assim, desde que chegou a internet a cabo você tem mergulhado cada vez mais fundo no pornô bizarro. E há o vídeo da vizinha. E tem ainda as fotos-teste ‘em que ângulo meu pênis parece maior’. E… bom, melhor comprar logo um notebook novo.

1) Vestir roupa nova no escritório. Três passos, dois passos, um passo. Sim, cheguei na minha cadeira. Agora tire a jaqueta de couro o mais silenciosamente possível… “Espera um segundo. Que diabos é isso? Você parece o Jon Bon Jovi!” E pronto: seis anos se passaram e lá está o apelido ainda.

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Por Luiza Mendonça

 

         

          Muitas vezes, convivemos com tradições e acreditamos em superstições sem saber de onde surgiram e se são verdade. A origem das superstições é incerta, mas existem três principais fatores responsáveis por ela: a religião, o folclore (ou lendas e mitos) e os aspectos culturais de um povo. Pensando nisso, fiz uma lista (e admito que fiquei surpresa) com seis curiosidades sobre o assunto.

 

1ª Sete ondas no Reveillón
          Esse é um costume que remete às tradições africanas, trazidas pelos escravos. O ritual homenageia Iemanjá, dona das águas salgadas. O número de ondas é sete, que é um número cabalístico representado por Exu, filho de Iemanjá. Os sete pulos servem para que os caminhos sejam abertos. Segundo a tradição, dar as costas para o mar após a homenagem dá azar.

2ª Metade das pessoas que nascem no mundo pertencem a seis países
          Uma pessoa, ao nascer, tem cinqüenta por cento de chance de viver em seis países. São eles: Índia, China, Paquistão, Nigéria, Bangladesh e Indonésia. Juntas, essas nações registram a metade das 77 milhões de pessoas que nascem a cada ano. A China, país mais populoso do mundo, pode perder esse posto, segundo a ONU. Projeções dizem que a Índia poderá ultrapassá-la em 2045.

3ª Pomo de Adão
          O nome se refere a uma lenda que afirma que um pedaço do fruto proibido teria ficado preso na garganta de Adão. Porém, na verdade, essa parte da garganta é uma projeção de uma cartilagem da laringe.

4ª Origem da caipirinha
          A bebida brasileira nasceu a partir de uma receita de remédio caseiro. Tudo começou com a tradicional infusão de limão e alho contra gripes e resfriados. Um dia, alguém resolveu acrescentar cachaça à receita (bendito seja!) e estava feita a bebida. A receita habitual da caipirinha é limão amassado, açúcar, cachaça e gelo. A bebida ficou conhecida em todo o país e sua fama atravessou fronteiras. Em 95, a caipirinha foi a primeira brasileira a integrar a lista oficial de coquetéis da Associação Internacional de Barmen (AIB).

5ª Derrubar o saleiro
          Os supersticiosos acreditam que derrubar o saleiro dá azar. Uma das razões para isso é que o sal já foi muito valioso e difícil de ser obtido, mas cada povo tem sua crença a respeito do assunto. Segundo uma antiga superstição norueguesa, a pessoa estaria condenada a derramar quantas lágrimas fossem necessárias para dissolver o sal derramado. Já os antigos alemães, franceses e americanos acreditavam que o ato de derramar sal estaria associado à manifestação do demônio. Estes dois últimos criaram o costume de jogar sal por cima do ombro esquerdo, pois julgavam estar atingindo o diabo no olho.

6ª Pele do rinoceronte
Existem boatos de que a pele do rinoceronte é a prova de balas. Isso porque o quadrúpede tem a pele tão espessa que serve para a fabricação de excelentes escudos, quase à prova de balas. Um projétil de espingarda disparado à 600 metros não perfura a pele do animal. Os caçadores mais experientes aproximam-se do animal para atirar à queima-roupa.

 

*Para conhecer mais curiosidades, origem dos mitos e superstições acesse: www.felipex.com.br/curiosidades.htm

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Pedro Nogueira

A matéria sobre o "boimate", na Veja: gafe célebre da revista

Escrevi, na semana passada, sobre o The Onion. É um site que faz ótimas sátiras jornalísticas – tanto escritas quanto em vídeo. Coisa de alto nível. Como uma matéria do Barack Obama e seu distúrbio bipolar.

Às vezes, porém, algum desavisado compra a piada. Acha que é real. Até aí, nenhum problema. Cada um acredita no que bem entende.

O complicado é quando algum jornalista cai no conto.

E publica a brincadeira. Como se fosse uma notícia extraordinária. Uma bomba!

Pior ainda é se o jornalista trabalhar num veículo de repercussão.

Mas acontece.

E foi exatamente o que fez Eurípedes Alcântara, na Veja, há exatos 27 anos.

Eurípedes Alcântara, que escreveu a reportagem polêmica, é hoje diretor de redação da Veja

(Peço perdão aos leitores e à equipe do blog. “Que digressão absurda!”, vocês devem estar pensando. “Escrever sobre o Eurípedes Alcântara e a Veja num blog de entretenimento? Palhaçada!” Concordo, concordo. Mas o impulso dominou o teclado do computador, que posso fazer?)

Trata-se do famoso caso do “boimate”. Num 1º de abril, a revista inglesa The Scientist publicou uma reportagem reveladora: biólogos alemães fundiram células animais e vegetais. Mais especificamente, as do boi e do tomate. Criaram, assim, um tomate híbrido, com valor protéico elevadíssimo. Ou, popularmente, o “boimate”.

A Veja comprou o golpe — e lá foi Eurípedes Alcântara escrever a matéria.

O que eles não sabiam é que o “boimate” não passava de um trote do Dia da Mentira. E, na edição de 27 de abril de 1983, publicaram a bomba. Como se fosse uma revolução na ciência molecular. Realmente, há de se admitir – o adjetivo “bomba” lhe cai bem. Muito bem.

Moral da história: é aconselhável sempre checar as informações antes de publicá-las. Mas não tenha medo de errar. Apesar de celébre gafe, Eurípedes Alcântara hoje é diretor de redação da Veja. Um dos homens mais influentes da imprensa brasileira.

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Pedro Nogueira

RECEBO O E-MAIL com desconfiança: Barack Obama sofre de distúrbio bipolar? O homem mais poderoso do mundo está com depressão? Estranho. Mas, como eu confiava no remetente, cliquei no link. Abre o telejornal do The Onion. (Assista ao vídeo acima.)

“Nossa reportagem especial”, diz o apresentador, “traz o anúncio chocante de que Barack Obama sofre de distúrbio bipolar.” Corta para o assessor de imprensa da Casa Branca, que dá o depoimento revelador; e a correspondente em Washington do Onion News entra com seus comentários.

Em seguida, um médico especializado ratifica a notícia. “Se você observar o Obama durante a campanha presidencial”, diz ele, “verá o clássico comportamento maníaco: autoconfiança extrema e euforia inexplicável.”

Obama deixara a fase hiperativa, segundo o site, para entrar na depressiva. Um dos indícios era a cópia do orçamento do governo. Escrito numa letra de mão torta, o documento mostra:

Saúde – $ 50 bilhões

Educação – $ 50 bilhões

Exército – $ 50 bilhões

Espaço – $ 50 bilhões

Trens – $ 50 bilhões

Outras coisas – $ 50 bilhões

O orçamento de Barack Obama: US$ 300 bilhões bem distribuídos

Duas páginas do diário de Obama – uma da fase maníaca, outra da depressiva – são comparadas. A primeira está completamente cheia, com frases como “Todos me amam e eu amo isso” e “Sou o rei e vou liderar o povo para um amanhã luminoso.” A segunda, quase que totalmente em branco, só tem duas frases: “Preciso encontrar o gabinete. Mas não estou com vontade…” E alguns rabiscos pretos.

Várias fotos de Obama são mostradas. Ele está barbudo; andando de roupão pelos corredores da Casa Branca; dormindo numa Sala Oval completamente bagunçada.

Um sujeito desavisado (como eu), num primeiro momento, pensaria ao ver a notícia: “Caramba!”

Mas basta passear pelo The Onion para perceber a verdade óbvio e ululante: é um site de humor. Muitíssimo bem feito, deve-se notar. Tão bem feito que uma de suas reportagens quase enganou um jornalista no 3º ano de faculdade; tão bem feito que a sua redação tem 71 pessoas e 36 colaboradores.

As nóticias e matérias do The Onion são apenas sátiras. Ainda assim, são mais interessantes do que as de muitos jornais e revistas brasileiros.

Can we? Pelo jeito, parece que não...

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Seja brega!


Por Ariane Donegati

O que te faz parecer brega? Suas roupas, lugares que frequenta, músicas que anda ouvindo? Pois é, acho que cada um de nós tem um tantinho de breguice escondido, ou até escancarado.

Mas não se preocupe, o brega é o novo preto! Aliás, acho que sempre foi. Quem nunca cantou “Sandra Rosa Madalena” na festa de aniversário da tia-avó? Ou acompanhou o tio bêbado em umas das eternas músicas de Zezé de Camargo e Luciano? Siiiim eles são bregas!! Tem um blog que fez uma lista das dez melhores músicas bregas dos anos 70 e 80!

E aposto, se você nunca teve uma das experiências acima pelo menos baixou o vídeo da “Stefany ABSOLUTA” em seu Cross Fox. Seu brega! Você riu do vídeo, mas no mínimo saiu cantando os versos da diva  brega por algumas semanas…

Mas não há reais problemas em ser brega, afinal, me parece um tipo de inovação. Você quebra os padrões por fazer com que as pessoas parem pra pensar naquilo que estão ouvindo/fazendo/vestindo/consumindo. E claro, provavelmente será rotulado de louco.

Eu e minhas amigas tivemos um desses momentos de breguice um dia desses. Cantamos Vanessa Hudgens e ainda fizemos um coreografia ridííícula! Mas valeu a pena, um ano depois ainda posso postar isso em meu blog e dizer que estou na moda: Sou brega!

Será isso o suficiente para me qualificar como a colaboradora mais brega do blog?! Quer saber…tô na moda!!

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Marília Miarelli

Infância. Ahh, que época boa. No caminho da caríssima Lu, que começou o post abaixo com uma lembrança oriunda de sua infância, eu, também com uma lembrança da minha infância que ecoa até os dias de hoje, vou declarar o meu sutil amor por Chico!

Tudo começou com Os Saltimbancos, musical infantil que narra a história de 4 amigos – o Jumento, a Gata, o Cachorro e a Galinha – que saem do campo para a cidade grande. Durante a saga passam por muitas aventuras que são “cantadas” pelos protagonistas. Eu, infelizmente, não assisti a peça, mas mamãe colocava o vinil para tocar e, junto com a primaiada, a gente fazia encenações e competições sobre o musical. Quem sabia mais músicas e quem conseguia acompanhá-las sem perder o fôlego, como no Jumento, ganhava. Eu quase nunca chegava à vitória, mas era sempre uma festa boa!

Depois, ao longo do resto da infância e da adolescência, ouvia muito o protagonista desse post. Mais uma vez, só que agora rodeada pelas irmãs e pelo irmão, mamãe não parava de ouvir, incessantemente, Chico Buarque. Eram reuniões, festas, “chás da tarde”, enfim, qualquer ocasião regada ao som do carioca. Qualquer hora era hora para Francisco Buarque de Hollanda tocar na vitrola.

Foi então, simples assim, em casa, que minha paixão pelo carioca começou. Passei a “devorar” tudo e mais um pouco que ele fez e produziu e escreveu. Aí que eu descobri a ligação do Chico com os Saltimbancos:  é dele a versão do musical em português.

Sou mais uma, entre muitas outras mulheres, apaixonada pela sensibilidade desse artista de muitas histórias. Ah, há também muitos homens “chicólotras”, e exemplo disso é o meu tio, que diz que os 4 homens da vida dele são “o meu pai, meus 2 filhos e o Chico.” Ai ai ai…só para quem ainda não conhece, ou não entende  a tal “fissura”  pelo Chico, dá só uma conferida nessa música que é o meu despertador, “Sonho de Um Carnaval”:

Esse vídeo aí em cima é só uma das “milhares” de músicas boas do Chico, e que ainda continuo conhecendo e me surpreendendo até hoje! E ah, o site oficial dele é bem bacana e dinamico. Vale a pena visitar.

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